1 DRPC DE UBERABA – Operação Fake Rice

PCMG deflagra operação “Fake Rice” contra organização criminosa ligada ao tráfico internacional de drogas em Uberaba “Investigação aponta atuação de grupo há pelo menos oito anos; operação já resultou na apreensão de 27 toneladas de drogas e sequestro de R$ 120 milhões em bens” Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quarta-feira (27/5), a operação “Fake Rice”, uma das maiores ações recentes de combate ao tráfico interestadual e internacional de drogas no Triângulo Mineiro. A ofensiva foi realizada em Uberaba e contou com o cumprimento de: 37 mandados de prisão; 39 mandados de busca e apreensão; além do sequestro de aproximadamente R$ 120 milhões em bens ligados à organização criminosa investigada. Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava há pelo menos oito anos em um esquema estruturado de: importação; transporte; armazenamento; e distribuição de drogas vindas principalmente do Paraguai e da Colômbia. Entre os entorpecentes identificados nas investigações estão variedades de alto valor no tráfico, como: “skunk”; “gold”; e grandes carregamentos de maconha. Delegacias especializadas conduziram investigação estratégica A operação é resultado de uma longa investigação conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais em integração com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). As apurações envolveram: inteligência policial; monitoramento de rotas; rastreamento logístico; análise financeira; vigilância operacional; e identificação patrimonial da organização criminosa. Segundo os investigadores, o grupo utilizava estruturas empresariais e logística interestadual para ocultar a movimentação das drogas e dificultar o rastreamento das cargas ilícitas. 27 toneladas de drogas retiradas de circulação A PCMG informou que as investigações relacionadas à operação Fake Rice já resultaram na apreensão de aproximadamente 27 toneladas de drogas ao longo das ações vinculadas ao caso. Além das apreensões, os policiais localizaram uma plantação com cerca de dois mil pés de maconha, reforçando o nível de estrutura operacional da organização criminosa investigada. As autoridades acreditam que o grupo possuía atuação altamente organizada e capacidade logística para movimentar grandes quantidades de entorpecentes entre estados brasileiros. Operação mobilizou cerca de 160 policiais A ofensiva mobilizou aproximadamente 160 policiais civis e integrantes das forças integradas de segurança. Durante o cumprimento dos mandados, equipes realizaram: buscas em imóveis; apreensão de documentos; levantamento patrimonial; coleta de dispositivos eletrônicos; e identificação de possíveis núcleos financeiros da organização. As investigações continuam para identificar: todos os integrantes da estrutura criminosa; possíveis operadores financeiros; rotas utilizadas; e conexões interestaduais e internacionais do esquema. Triângulo Mineiro é rota estratégica do narcotráfico O Triângulo Mineiro vem sendo monitorado por forças de segurança devido à sua posição estratégica no fluxo logístico nacional. A malha rodoviária da região facilita conexões com: Goiás; São Paulo; Mato Grosso do Sul; e corredores utilizados pelo tráfico interestadual. Segundo especialistas em inteligência policial, organizações criminosas utilizam: empresas de fachada; cargas agrícolas; transportadoras; e rotas comerciais legítimas para ocultar grandes carregamentos de drogas. PCMG amplia ofensiva contra o crime organizado Nos últimos anos, a Polícia Civil de Minas Gerais vem ampliando operações de inteligência voltadas ao combate: ao tráfico interestadual; às facções criminosas; à lavagem de dinheiro; e às estruturas financeiras do narcotráfico. O foco das investigações não está apenas na droga apreendida, mas também: na identificação patrimonial; no bloqueio financeiro; na descapitalização das organizações; e no desmantelamento da estrutura criminosa. NO QAP BRASIL Monitoramento • Inteligência • Investigação 🌐 noqapbrasil.com.br #PCMG #FakeRice #PolíciaCivil #CrimeOrganizado #TráficoInternacional #Uberaba #Ficco #Narcotráfico #Investigação #NOQAPBrasil
6ª DPC Contagem – Operação Capital Coativo

PCMG Desarticula Engrenagens Financeiras do Crime Organizado na Operação Capital Coativo Em uma ofensiva coordenada pela 6ª DPC de Contagem, focada na raiz do poder das facções, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a Operação Capital Coativo, um marco no combate às redes interestaduais de extorsão e lavagem de dinheiro. Com uma mobilização que faz ecoar o compromisso das forças de segurança, cerca de 340 policiais civis atuaram simultaneamente para cumprir 131 mandados de busca e apreensão e 18 de prisão, abrangendo 18 cidades em quatro estados brasileiros. Uma Estrutura Sólida contra a “Economia do Crime” A investigação revela com clareza uma mudança de paradigma: o foco não está apenas na repressão física, mas em desmontar a estrutura financeira que sustenta o crime organizado. As autoridades observam que as facções transmutaram sua atuação, investindo pesadamente em empresas de fachada, ocultação patrimonial e movimentações bancárias pulverizadas, criando o que especialistas denominam “economia do crime”. Esta operação demonstra uma estratégia sintonizada com a necessidade de asfixiar o fluxo de ativos que permite a expansão armada desses grupos. Minas Gerais: O Ponto de Conexão Estratégico A posição geográfica de Minas Gerais, que conecta importantes corredores nacionais, coloca o estado como uma peça central e um elo vital entre diferentes regiões do país. Essa característica territorial faz com que o estado seja o cenário principal para o monitoramento de rotas logísticas e estruturas financeiras clandestinas. Para enfrentar esse desafio, a PCMG tem ampliado o uso de ferramentas de inteligência territorial e georreferenciamento criminal, buscando vislumbrar padrões que antes passavam despercebidos. A Inteligência que Transforma a Realidade O sucesso da Operação Capital Coativo alicerça-se no uso intensivo de tecnologia. O rastreamento financeiro e o cruzamento de dados públicos e judiciais permitem que a polícia atue com uma precisão cirúrgica, mapeando vínculos e monitorando o ambiente digital para antecipar movimentos criminosos. Documentos institucionais da corporação reforçam que esse investimento em modernização é o que permite sentir um avanço real na proteção da sociedade. Impacto Social e o Caminho para a Segurança Além dos números, a operação busca restaurar o sentimento de segurança nas comunidades, frequentemente pressionadas pelo domínio territorial informal e pela intimidação de comerciantes. Especialistas defendem que o enfrentamento deve ser multifacetado, unindo a repressão qualificada ao fortalecimento das instituições e ao investimento em educação.Embora detalhes específicos sobre os investigados e bens bloqueados ainda estejam sob sigilo para garantir a fluidez das investigações, a expectativa é que novos desdobramentos tragam à luz a extensão total dessa rede nos próximos dias. A Operação Capital Coativo reafirma que a segurança moderna depende da capacidade de integrar inteligência e tecnologia em tempo real para proteger o futuro do país. O Olhar dos Especialistas: A Inteligência Financeira como Eixo Estratégico Para analistas e pesquisadores da segurança pública, o uso da inteligência financeira não é apenas um recurso adicional, mas o pilar que permite vislumbrar a verdadeira arquitetura das facções criminosas. Especialistas alertam que o enfrentamento exclusivamente repressivo já não consegue sentir e neutralizar o alcance total desses grupos, uma vez que o crescimento financeiro amplia vertiginosamente sua influência social e capacidade de corrupção.Nesse contexto, a estratégia de asfixiar o fluxo de ativos é avaliada como o caminho mais curto para desarticular o poder bélico e territorial das organizações. Ao focar na “economia do crime” — que sustenta desde a logística interestadual até o domínio de comunidades —, as autoridades conseguem alinhar a tecnologia de rastreamento de dados com a interrupção prática das atividades ilícitas. Para os estudiosos, essa abordagem multidimensional é o que transforma o combate ao crime em um processo de precisão cirúrgica, removendo os recursos que garantem a sobrevivência e a expansão dessas estruturas paralelas.
3ª DPC Sul – Operação Imperium Ordinis

Polícia Civil deflagra operação contra “poder paralelo” e tráfico de drogas no Aglomerado da Serra Batizada de “Imperium Ordinis”, a ação visou desarticular facções que impunham regras ilegais de circulação e disputavam o controle territorial na região Centro-Sul de Belo Horizonte. BELO HORIZONTE – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, nesta quinta-feira (7), uma ofensiva estratégica contra o crime organizado no Aglomerado da Serra. A operação, denominada Imperium Ordinis, teve como foco principal integrantes de facções criminosas suspeitos de estabelecer uma “lei paralela” na comunidade, além de gerenciar o tráfico de entorpecentes . Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão em pontos considerados cruciais para a investigação . Os alvos são investigados por uma série de crimes graves, que incluem tráfico de drogas, associação criminosa, tentativas de homicídio, incêndios criminosos e o porte ilegal de armamento pesado, como fuzis . Monitoramento Digital e “Regras de Circulação” As investigações foram impulsionadas após o monitoramento de redes sociais, onde criminosos publicavam ameaças a moradores e motoristas . De acordo com a PCMG, o grupo impunha normas para a circulação de veículos em determinadas vias, como a obrigatoriedade de trafegar com os vidros abaixados e faróis apagados . O descumprimento dessas ordens arbitrárias poderia resultar em ataques armados contra os cidadãos . O epicentro do conflito foi identificado na Vila Nossa Senhora da Conceição, popularmente conhecida como “Pau Comeu” . Na localidade, facções rivais travam disputas violentas por pontos estratégicos de venda de drogas, o que tem elevado os índices de insegurança e exigido vigilância constante das forças de segurança . Estratégia de Enfrentamento A operação Imperium Ordinis é parte de uma diretriz mais ampla do Estado para retomar o controle de áreas urbanas complexas . O objetivo é promover a desarticulação financeira, territorial e operacional desses grupos . Especialistas alertam que a imposição de regras de conduta por facções é um sinal crítico da tentativa de estabelecimento de um “poder paralelo”, que desafia diretamente a soberania do Estado nas comunidades . Nos últimos anos, as autoridades mineiras têm intensificado o uso de inteligência digital e rastreamento de comunicações para identificar as dinâmicas do narcotráfico tanto na capital quanto na Região Metropolitana . ——————————————————————————– Informações de Utilidade Pública Embora as informações abaixo não constem diretamente nos documentos fornecidos, elas são fundamentais para a segurança e o exercício da cidadania em situações de conflito urbano: Como Denunciar: O cidadão que tiver informações sobre atividades criminosas, esconderijos de armas ou drogas pode colaborar com as autoridades de forma totalmente anônima através do Disque Denúncia 181. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido. Emergências: Em caso de situações de violência em curso ou presença de indivíduos armados, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Segurança em Áreas de Risco: Ao circular em áreas de vulnerabilidade, procure manter-se informado sobre as condições locais. Em situações de abordagem por grupos armados, a orientação geral de especialistas em segurança é não reagir e priorizar a preservação da vida. Apoio Comunitário: Moradores que se sentirem coagidos podem procurar os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou unidades de atendimento psicossocial da prefeitura para orientações e suporte sobre como lidar com o impacto da violência no cotidiano familiar.
Operação Elo Quebrado

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nesta quinta-feira (14/5), da quinta fase da Operação Elo Quebrado, uma ofensiva integrada das forças de segurança voltada ao enfrentamento da governança criminal em Minas Gerais. Desta vez, o foco das ações foi a Zona da Mata mineira, especialmente o município de Manhuaçu e cidades consideradas estratégicas para as rotas utilizadas por organizações criminosas. A operação, iniciada em fevereiro de 2026, surgiu a partir de ações concentradas em aglomerados da Região Metropolitana de Belo Horizonte, com o objetivo de conter o avanço de facções criminosas e desarticular estruturas responsáveis pelo tráfico de drogas, armas e outros crimes violentos. Nesta nova etapa, o trabalho das forças de segurança avança para o interior do estado, ampliando a presença estatal em regiões consideradas sensíveis para a atuação dessas organizações. Segundo o subsecretário de Integração da Segurança Pública da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), Christian Vianna de Azevedo, a Operação Elo Quebrado é uma estratégia essencial no combate às facções criminosas e busca impedir a consolidação territorial desses grupos. “Nosso objetivo é desmantelar estruturas criminosas, enfraquecer lideranças e interromper os fluxos ilícitos que sustentam essas organizações”, destacou. Mandados, prisões e apreensões Durante coletiva de imprensa, representantes das forças de segurança divulgaram o balanço parcial da operação. Ao todo, foram cumpridos: 11 mandados de prisão em flagrante; 31 mandados de prisão; 54 mandados de busca e apreensão. As ações ocorreram nos municípios de: Manhuaçu, Matipó, Mutum, Manhumirim, Abre Campo, Lajinha. A operação contou com atuação conjunta da Sejusp-MG, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Polícia Federal. Além das prisões, houve apreensão de drogas, armas, munições e dinheiro. Também foram realizadas revistas em unidades prisionais da região, incluindo o Presídio de Caratinga, o Presídio de Manhuaçu e o Presídio de Manhumirim. Segundo as autoridades, durante as inspeções foram recolhidos objetos cortantes e materiais proibidos. A ofensiva mobilizou aproximadamente: 400 agentes de segurança; 101 viaturas; duas aeronaves. Integração das forças de segurança A chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegada-geral Letícia Gamboge, afirmou que o trabalho integrado entre as forças de segurança vem contribuindo diretamente para a redução dos índices de criminalidade no estado. “A integração fortalece a proteção da população e amplia a capacidade de resposta do Estado contra o crime organizado”, afirmou. O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco, destacou que a operação representa a consolidação de uma política permanente de enfrentamento às facções criminosas em Minas Gerais, baseada em repressão qualificada e Inteligência. “Facções que tentarem atuar em Minas Gerais serão enfrentadas. E novas operações ainda maiores já estão em planejamento”, declarou. O comandante da 12ª Região da Polícia Militar, coronel Márcio Roberto de Souza, ressaltou que o objetivo das operações integradas é reforçar a presença do Estado em áreas estratégicas e dificultar a expansão da criminalidade organizada. Já o superintendente regional da Polícia Federal em Minas Gerais, Richard Murad Macedo, afirmou que a Operação Elo Quebrado demonstra o compromisso das instituições de segurança no combate ao crime organizado interestadual. Interior no radar das facções A nova fase da Operação Elo Quebrado evidencia uma mudança no cenário da segurança pública em Minas Gerais. Regiões do interior, antes vistas apenas como corredores logísticos, passaram a ser monitoradas como áreas estratégicas para o deslocamento, armazenamento e distribuição de drogas, armas e recursos financeiros utilizados por organizações criminosas. Com atuação simultânea em diferentes cidades da Zona da Mata, as forças de segurança buscam interromper a estrutura operacional desses grupos, dificultando sua expansão territorial e fortalecendo o controle estatal em regiões consideradas vulneráveis. A expectativa das autoridades é que novas fases da operação sejam realizadas nos próximos meses, ampliando o cerco ao crime organizado em Minas Gerais.